Processo de desenvolvimento do Não-Objeto no Parque

 Brainstorm do não-objeto

    Pensamos que nossa instalação poderia ser feita de diferentes tipos linhas, cordas e cabos desde que elas fossem flexíveis e não estivessem muitos presas/rígidas na ponte. O intuito seria das pessoas, ao passarem por elas, molda-las, seja pela flexibilidade, seja pelo caráter modular que gostaríamos de dar ao projeto. Pensamos em ganchos e rosca de aço/ metal, por exemplo, para aderi-las à estrutura da ponte. Assim, o público poderia as manipularem da maneira que quiserem. É importante destacar que o material das tramas tem que ser forte o suficiente para não desgastar durante a manipulação, como nylon ou corda de varal.



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    Essa é uma perfomance, da artista Sofia Losada, denominada, numa tradução livre, "abraçando o entrelaçamento" que, segundo ela, seria uma forma de deixar o formato ativar o corpo no espaço.

    Muito antes do advento dos materiais de construção modernos, os Khasi, do nordeste da Índia, inventaram uma maneira engenhosa de atravessar as turbulentas vias navegáveis ​​e conectar aldeias isoladas: pontes de raízes vivas, conhecidas localmente como jing kieng jri. Ao contrário dos materiais de construção modernos como concreto e aço, essas estruturas se tornam mais resistentes com o tempo e podem durar séculos. Elas com frequência resistem às inundações e tempestades que são comuns na região – uma maneira econômica e sustentável para conectar as vilas das montanhas remotas. A origem exata da tradição nesta região é desconhecida, mas o primeiro registro escrito aparece há mais de cem anos.



    O conceito do brinquedo "cama de gato" refere-se a uma brincadeira tradicional infantil em que um ou mais jogadores trançam um barbante entre os dedos das mãos para formar diversas figuras geométricas. O objetivo é passar a trama para outro jogador, que deve desvendar a forma e recriá-la, geralmente alternando entre figuras como um retângulo e um "X", sem desmanchar a figura. A brincadeira desenvolve a coordenação motora, a atenção, a paciência e o raciocínio lógico. 



    Inaugurada em 2012, a galeria foi projetada pelo Rizoma Arquitetura para abrigar a obra Ttéia 1C (2002), de Lygia Pape. A instalação é o resultado das experiências que a artista iniciou em 1977 com seus alunos a partir da observação das teias de aranha na natureza, e de como a estrutura desaparecia e reaparecia de acordo com a incidência de luz, espécies de colunas, que somem e reaparecem à medida que o espectador caminha pelo espaço.

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Ideias posteriores de intervenção no parque: Não-objeto




Dicas dos Aios





Desenhos













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