Não-objeto individual

Diretrizes:

• Tem que ter espaço para colocar a mão e sentir texturas

• Tem que ser de algum formato geométrico 

• Utilizar ímãs, velcro ou algum tipo de dobra que consiga fazer com que as peças possam ser movimentadas



    Como grupo, nossas diretrizes refletiam o desejo por uma experiência sensorial, visual e autônoma. Em outras palavras, queríamos que as texturas estimulassem o senso do tato, que as formas geométricas proporcionassem uma riqueza visual e que o uso do velcro ou ímãs possibilitasse o movimento ou transformação do não-objeto pelo usuário-observador. 

    Em meu não-objeto individual, optei por esconder as texturas dentro da forma geométrica (o quadrado), para que o usuário-observador não soubesse exatamente o que estava tocando, gerando, assim, uma introspecção. Além disso, a simplicidade do quadrado não cria expectativas em relação à textura interna, tornando a experiência mais misteriosa como um todo. Por fim, decidi utilizar velcro de modo que meu único objeto se dividir em dois.














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